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Colheita mecanizada

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parte3

 

Plantio


Cupins

Cupins

 

Os cupins são insetos sociais, de hábitos subterrâneos,pertencentes à Ordem Isoptera. Existem cerca de 2500 espécies e vivem em colônias altamente organizadas, onde o princípio básico é a sobrevivência da colônia e não do indivíduo. A alimentação preferida é a matéria orgânica morta ou em decomposição, mas alimentam-se também de vegetais vivos.

Os principais prejuízos ocasionados pela infestação de cupins são causados aos toletes destinados aos novos plantios. Penetrando pelas extremidades, os cupins destroem o tecido parenquimatoso e as gemas, causando falhas na lavoura. Nas brotações, o ataque ocorre no sistema radicular, provocando debilidade da nova planta. Logo após o corte, e principalmente quando houve queima do talhão, o ataque ocorre na soqueira através da incisão dos tocos e conseqüente destruição das raízes e rizomas.

Nas canas adultas, a penetração ocorre através dos órgãos subterrâneos secos, atingindo até os primeiros internódios. Cana cortada e deixada por algum tempo no campo também é atacada pelos cupins. Havendo escassez de matéria orgânica decomposta, os cupins podem atacar folhas de brotações novas. A destruição dos ninhos e dos restos culturais, através de um profundo preparo do solo, constitui um método de controle.

Na cultura da cana-de-açúcar, os cupins podem causar danos de até 10 toneladas por hectare no ano, o que representa cerca de 60 toneladas por hectare durante o ciclo da cultura.

Já foram identificadas junto à cana-de-açúcar mais de 12 espécies de cupins e há outras em fase de identificação. Dentre as já enumeradas, as mais danosas pertencem às espécies Hetterotermes tenuis, Hetterotermes longiceps, Procornitermes triacifer, Neocapritermes opacus e Neocapritermes parcus. No Nordeste, os cupins mais importantes pertencem aos gêneros Amitermes, Cylindrotermes e Nasutitermes.

 

H. tenuis

P. triacifer

N. opacus

Nasutitermes sp

Syntermes dirus

C. bequaerti

 

Controle

No controle dos cupins subterrâneos, recomendam-se, normalmente, aplicações de inseticidas de longo poder residual, impedindo, assim, que esses insetos infestem as touceiras de cana. Na prática, o que parece ocorrer é uma ação de repelencia do produto, associada a uma desestruturação da colônia dos cupins.

A única oportunidade que os produtores possuem para conter os ataques dos cupins subterrâneos é no momento da instalação da lavoura, tanto nas áreas de expansão, como nas de reforma. Isso ocorre através da aplicação de inseticidas de solo no sulco de plantio da cana.Nos últimos 20 anos, mesmo antes da proibição do uso de inseticidas organoclorados, em setembro de 1985, uma série de produtos vem sendo testada no controle dos cupins que atacam a cana-de-açúcar. Inseticidas do grupo dos fosforados, carbomatos, piretróides, além dos clorados, foram avaliados em diversas dosagens, formulações e época de aplicação. Invariavelmente, os únicos produtos que mostravam um efeito protetor durante os 18 meses de cultivo da cana eram os clorados. Determinados inseticidas assinalavam um controle de até 6 meses após o plantio, o que se mostrava insuficiente para evitar redução na produção final da cultura no momento da colheita.

Entretanto, a partir de 1993, foram instalados dois experimentos com o inseticida Regent 800 WG, pertencente ao grupo químico dos fenil-pirazóis, em canaviais naturalmente infestados por cupins dos gêneros Hetterotermes, Procornitermes e Cornitermes. Em todos os ensaios, o Regente 800 WG controlou os cupins até o momento da colheita, mostrando a mesma eficiência dos inseticidas usados como padrão.

Os acréscimos na produção obtidos na colheita para o tratamento com o inseticida Regent 800 WG foram de até 18 toneladas de cana por hectare, semelhantes aos encontrados com o Heptacloro 400 CE e Thiodan 350 CE.

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