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Clorose Variegada dos Citrus

Clorose Variegada dos Citrus ( CVC )

 

 

A Clorose Variegada dos Citros (CVC) ou Amarelinho foi identificada oficialmente no Brasil em 1987 em pomares do Triângulo Mineiro e do Norte e Noroeste do Estado de São Paulo. Embora essas sejam as regiões mais afetadas até hoje, ela já está presente em quase todas as áreas citrícolas do país.

 

X. fastidiosa

 

A CVC é causada pela bactéria Xylella fastidiosa que, restrita ao xilema da planta, provoca o entupimento dos vasos. A produção do pomar afetado pela doença cai rapidamente, seus frutos vão ficando duros e amadurecem precocemente. A bactéria é transmitida e disseminada nos pomares por insetos vetores. Como ainda não há uma forma específica de combate à Xylella, os citricultores devem implantar em seus pomares as estratégias de manejo com a doença.

 

 

Sintomas:
Os primeiros sintomas são vistos nas folhas, passam posteriormente para os frutos e acabam afetando toda a planta. Quanto mais nova a planta, maior a chance de ser infectada.

 

sintomas iniciais

Sintomas iniciais - a clorose aparece nas folhas maduras da copa.

sintomas - frutos

Com o agravamento da doença, os frutos ficam queimados pelo sol, com tamanho reduzido, endurecidos e com maturação precoce. Nesse estágio, são imprestáveis para o comércio.(diferença entre um fruto sadio e outro doente)

sint. - duas faces da folha

Uma folha com sintomas de CVC mostra na face superior pontuações circulares de cor amarela. Na face inferior, apresenta lesões de cor palha, às vezes necrosadas

Diferença com outras doenças

Veja a diferença:

É comum o citricultor confundir os sintomas da CVC com deficiência de zinco ou sarampo. Esse engano pode retardar as práticas recomendadas pelos técnicos para eliminar o mais rápido possível a presença da bactéria na árvore.

Transmissão:
Onze espécies de cigarrinhas são comprovadamente capazes de transmitir a bactéria Xylella fastidiosa e, portanto, são responsáveis pela disseminação da CVC em todas as regiões citrícolas do país. Ao se alimentarem no xilema de árvores contaminadas, as cigarrinhas adquirem a bactéria e passam a transmiti-la para outras plantas sadias. Entre as medidas mais importantes de manejo da doença está o controle de cigarrinhas no pomar. O primeiro passo é saber reconhecê-las:

A. sp.
Acrogonia sp.

D. costalimai
Dilobopterus costalimai

O. facialis
Oncometopia facialis

B. xanthopis
Bucephalogonia xanthophis

P. corniculata
Plesiommata corniculata

M. leucomelas
Macugonalia leucomelas

S. grossa
Sonesimia grossa

F. trivittata
Ferrariana trivittata

H. ignorata
Homalodisca ignorata

A. virescens
Acrogonia virescens

P. gratiosa
Parathona gratiosa

                                                                                           

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