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ESTIMATIVA DE SAFRA 2106/ 2017

Safra 2016/17 de grãos deve chegar a 213 milhões de toneladas

3º levantamento da produção agrícola também aponta aumento de 1,4% na área plantada

A estimativa da produção de grãos para 2016/17 é de 213,1 milhões de toneladas, com crescimento de 14,2% ou 26,5 milhões de ton em relação à safra anterior, de 186,6 milhões. Os dados são do 3º Levantamento da safra 2016/2017, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
 
A área total plantada também será ampliada, podendo chegar a 59,2 milhões de hectares, o que representa aumento de 1,4% ou 827 mil ha, se comparada com a safra passada. O algodão e o arroz foram exceções nesse cenário, devido à substituição pelo cultivo de soja, caso de Mato Grosso. No entanto, as demais culturas de primeira safra tiveram incremento de área.

A produção do milho primeira safra deverá alcançar 27,7 milhões de toneladas, com crescimento de 7,3% em relação aos dados de 2015/16. Já o arroz registra produção de 11,5 milhões de toneladas, superior, portanto, à safra passada em 8,5%, enquanto que o feijão primeira safra pode chegar a 1,28 milhão de toneladas, 24,1% acima do ciclo anterior.

Para a soja, a projeção é de crescimento de 7,3% na produção, podendo atingir 102,45 milhões de toneladas. O algodão em pluma deve crescer 9,7% e chegar a 1,41 milhão de toneladas, apesar de uma redução de 5,5% na área cultivada.

Culturas de inverno 2016

A produção em destaque é a do trigo, que deve crescer 21% acima dos números de 2015 e atingir 6,7 milhões de toneladas. A cevada deve ter leve redução de área, mas a produção será de 374,8 mil toneladas, com a recuperação da produtividade. Já a canola e o triticale também apresentam aumento de área e de produtividade, com a primeira produzindo 71,9 mil toneladas e o segundo, 68,1 mil toneladas.



Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

cana

  • Até mesmo sem um volume de chuva adequado já é possivel identificar nas soqueiras da cana um ataque considerado do ataque da cigarrinha. Nos levantamentos para identificação da praga sfenophorus estamos verificando nas raizes da cana uma quantidade de fases jovens da cigarrinha que não seria possivel identicar com os levantamentos usuais (observação na superficie da soqueira e inicio da liberação de espuma). devemos pensar em uma aplicação preventiva, evitando que o desenvolvimento dessas ninfas exploda em uma nova geração de adultos acarretando aplicações sucessivas sem um controle efetivo.

Desafios da agricultura

Conheça os cinco grandes desafios do agronegócio na era digital

Em dois dias de evento, o 4º Fórum de Agricultura da América do Sul trouxe a Curitiba especialistas e instituições de 13 países diferentes, para debater o futuro do agronegócio a partir da realidade sul-americana; alguns pontos se mostraram fundamentais durante as discussões, para que o campo possa ser ao mesmo tempo rentável para quem trabalha, sustentável para o planeta e produtivo para que a humanidade possa se alimentar.

Novas lideranças

A busca pelos ganhos em produção e produtividade tem ditado o ritmo da agropecuária nas últimas décadas. Os avanços são inegáveis, mas, para o futuro, um dos principais desafios que o campo tem pela frente vai além do que se planta e do que se colhe, do que se cria e do que produz. A atenção deve se concentrar não só no que o agronegócio faz, mas em quem faz o agronegócio. Essa foi uma das conclusões a que chegaram os especialistas durante o fórum e que dará inclusive a toada da próxima edição do evento, em 2017: a necessidade de se formar novos líderes rurais, jovens que permaneçam no campo e pensem a atividade de forma consciente, corajosa e inovadora, capazes de entender que as propriedades não devem ser pontas soltas na cadeia produtiva, mas parte de um conjunto coeso, altamente produtivo e sustentável.

Mudanças no Mercosul

Que o Mercosul trouxe vantagens à região, poucos estudiosos contestam, sobretudo para os membros fundadores - Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai -, que conseguiram aumentar consideravelmente suas exportações. Mas é também praticamente um consenso que, em 25 anos de existência, o bloco entregou menos do que prometia quando foi criado. A possibilidade de o Brasil abandonar o Mercosul parece pouco viável, como foi debatido durante o Fórum de Agricultura, mas o atual modelo não tem se sustentado. Uma das possibilidades é que, em vez de união aduaneira, o bloco se tornasse uma área de livre comércio, o que eliminaria algumas das amarras às quais os membros estão atrelados e possibilitaria, por exemplo, o fechamento de mais acordos bilaterais.

Pequenos Produtores

Alimentar o mundo é um desafio gigantesco: em números, significa dizer que, até 2050, a humanidade terá que dar de comer – três vezes ao dia – a mais de 9 bilhões de pessoas. Essa é a previsão das Nações Unidas, que enxergam no Brasil uma das principais apostas do planeta. Com um território capaz de suprir a maior demanda por alimentos, o país possui também recursos naturais que tornam a atividade possível. No entanto, é preciso se adaptar desde já num processo que passa por todas as propriedades, das mais extensas às que abrigam os pequenos agricultores, gente que mora e vive do campo. No segundo caso, em especial, está a chave para diversificar a produção de comida, sem esquecer a necessidade de apoio, para que se possa trabalhar de maneira produtiva e sustentável.

Agricultura digital

A expressão “ter o controle de algo na palma da mão” nunca fez tanto sentido como nos dias de hoje. E o agronegócio também está inserido na era dos aplicativos, smartphones, robôs, inteligência artificial e por aí vai. A tecnologia, que permitiu um salto de produtividade nas últimas décadas, já está e deve ficar cada vez mais presente no dia a dia do produtor rural. Seja auxiliando na coleta e análise dos dados da propriedade e, consequentemente, no processo de tomada de decisões, o fórum mostrou que tecnologia não é mais opção, mas condição ao desenvolvimento. Sensores, imagens de satélite, realidade virtual, big data: são “gigatoneladas” de informação, tudo em tempo real, para tornar o negócio mais competitivo.

Entrave na logística

A produção e o mercado consumidor de bilhões de pessoas vão aumentar ainda mais nas próximas décadas. Uma das grandes interrogações do agronegócio é como otimizar o que liga estes dois pontos: a logística. O processo de escoamento interfere tanto nos custos para o produtor quanto no preço pago pelo comprador final, ou seja, é determinante para a viabilidade do negócio. Para o futuro, os desafios são imensos: investir mais de R$ 600 bilhões em hidrovias, ferrovias, estradas e portos, conforme debateram líderes do setor no Fórum de Agricultura. Mas só assim a logística conseguirá ser uma ponte sólida e acompanhar o ritmo de crescimento das lavouras e do consumo.



Fonte: Gazeta do Povo

  

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